Finalmente Podemos Falar De Han Solo: Uma História Star Wars (Parte 3)

Vamos dar sequência às impressões sobre “Han Solo: Uma História Star Wars”.

A famosa corrida de Kessel…

Nossos heróis vão para o percurso de Kessel e roubam o coaxium, não sem sair sob uma saraivada de tiros. A mina de coaxium era o paradigma da opressão, com várias espécies escravizadas (inclusive robôs), e a missão acaba despertando uma rebelião, gritada a todo volume por L3-37, que libertou os robôs. Chewie também se desvencilha do grupo e liberta wookies aprisionados. O lance mais dramático foi a morte de L3-37, que revelou a curiosa relação íntima de Lando com sua robô. Ainda, durante a fuga de Kessel, a rota é bloqueada por um destróier Imperial.

Han e Chewie, juntos na Millenium Falcon pela primeira vez!!!

Dessa forma, era necessário que uma rota alternativa fosse encontrada, até porque o coaxium também tinha que ser refinado o mais rápido possível para não explodir. Perseguido por caças Tie, Han começa o que, na minha modesta opinião, é a grande sequência do filme: a famosa rota de Kessel feita em 12 parsecs (ou seriam 14?). Para isso, o núcleo de dados de L3-37 foi acoplado à Millenium Falcon, com  L3-37 fazendo parte da nave daquele momento em diante. Han, então, sai da rota convencional, toda sinalizada, e mergulha na nebulosa, que contém vários asteroides em seu interior. Perseguido pelos Tie Fighters, Han vai se desviando dos asteroides. Quando um Tie Fighter colide com um dos asteroides e explode, a referência vem logo à cabeça: estamos assistindo a um revival de “O Império Contra Ataca”, quando Han e Leia fogem da perseguição dos Ties num campo de asteroides.

Parece que tem algo estranho lá fora…

Até a música de fundo é a mesma. Han se livra do último Tie Fighter com um truque que ele aprendeu com um colega das ruas que não deu certo e provocou a morte do amigo. É claro que no caso de Han irá funcionar. E, ainda de acordo com as referências de “O Império Contra Ataca”, não podia faltar o monstro gigante, que persegue a nave. Aqui, outra referência: em “O Império Contra Ataca”, Leia dá um grito depois que vê um bichinho voador batendo na janela da Millenium Falcon.

E tem!!!!

Agora, há um grito coletivo de todos os tripulantes quando eles veem um monte de olhos da criatura gigante em cima deles. Para piorar a situação, eles estão bem perto do poço gravitacional, que puxa o bichão, depois que ele engole uma cápsula de fuga, estrategicamente disparada por Han. O que salva a Millenium Falcon de ser engolida pelo poço gravitacional é uma gotinha de coaxium bruto que lhes dá a energia necessária. É claro que, antes de escapar, a nave dá aquela famosa pifadinha que vimos tantas vezes com Han interpretado por Harrison Ford. À respeito disso, há outro lance curioso: quando L3-37 ainda estava viva, ela mostra um momento de falha ao acessar seu banco de dados das rotas de navegação, dando um ligeiro tapa em sua cabeça para voltar a funcionar. Parece que essa falha de L3-37 passou para a nave quando seu banco de dados foi acoplado à Millenium Falcon, sendo a explicação para as famosas pifadinhas que a nave dá na trilogia clássica. A sequência da rota de Kessel ainda teve um desfecho grandioso, com Han passando a Millenium Falcon com por uma fenda na nebulosa, da mesma forma que ele fez com o speeder na fábrica de naves de Corellia.

Ron Howard na direção…

No próximo artigo, vamos falar dos momentos decisivos do filme: a revelação da verdadeira identidade de Enfys Nest, a (não) entrega do coaxium a Dryden Vos, a surpreendente aparição de Darth Maul e muito mais. Até lá!

I have a good feeling about this…

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