“Jogos Mortais: Jigsaw” – Crítica O Lado Cinéfilo da Força

Jogos Mortais: Jigsaw (Jigsaw 2017) é o oitavo filme da franquia “Jogos Mortais”. Dirigido pelos irmãos Michael e Peter Spierig (2019 – O Ano da Extinção) e escrito por Peter Goldfinger e Josh Stolberg (os dois também responsáveis por “Piranhas 3D”),  o filme começa com o aparecimento misterioso de corpos espalhados pela cidade, cada um tendo sofrido um fim único e medonho. À medida que a investigação avança, todas as evidências apontam para um suspeito: John Kramer, o homem conhecido como Jigsaw, morto há 10 anos.

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O filme conta a história do médico legista Logan Nelson (Matt Passmore – Máquina Mortífera), sua assistente Eleanor Bonneville (Hannah Emily Anderson – que fez uma ponta em Nikita) e do Detetive Halloran (Callum Keith Rennie – Californication e Amnesia) que são obrigados a unir forças para solucionar os misteriosos assassinatos.

As atuações do filme não empolgam e o próprio filme, que pode ser considerado “leve” em comparação com seus antecessores, não traz mais do que o esperado, causando uma sensação de esgotamento da franquia.

Os irmãos Spierig  tentam trazer algo novo para a tela e, ao mesmo tempo, homenagear o legado da franquia, com easter eggs e fan service, mas falhando no desafio de criar um filme empolgante. Mesmo os “jogos” desenvolvidos por Jigsaw – desafios a ser enfrentados por suas vítimas – são mais leves do que nos filmes anteriores, distanciando-se dos elementos de “gore” a que os fãs estão acostumados e esperam ver na telona.

No final das contas, o filme é praticamente um reboot e uma tentativa de ressureição da saga no cinema. Quem sabe o que os possíveis -  prováveis - próximos filmes podem trazer com a nova história trazida por este, o único que se tem certeza é que não se fazem filmes de terror gore como antigamente.

Leva 5 (Cinco) sabres de luz na avaliação.

May the movie be with you.

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