Solo: A Star Wars Story – O Lado Cinéfilo da Força

 

Durante os últimos meses, em especial depois da divisão formada entre os fãs em razão de The Last Jedi, muita gente andou questionando “quem pediu por um filme do Han Solo?”

Realmente, ninguém pediu por esse filme - diferentemente de Kenobi, por exemplo -, mas esse é um filme que vai arrancar sorrisos mesmo do fã mais xiita. 

Alden Ehrenreich não é Harrison Ford, e isso é uma boa coisa, porque ele é Han Solo. O sorriso de lado, a pose, as tiradas espertinhas, o charme estão todos lá, à sua própria maneira. 

Donald Glover entrega toda a malandragem e simpatia de Lando, antes de ser o Barão de Cloud City, e seu guarda-roupa é para fashionista nenhum botar defeito. 

Os personagens novos - L3-37, Tobias Beckett, Qi’ra, Val, Rio, Enfys Nest e Dryden Vos - são excelentes, mas merecem ser comentados em uma versão com spoilers, que fica pra outro dia. 

Solo - A Star Wars Story tem tudo o que faz um filme de Star Wars: ação, personagens bem construídos e carismáticos, riscos reais e timing cômico, novos destinos e naves. Mas o grande destaque do filme é, sem sombra de dúvidas, o Chewbacca. Interpretado por Joonas Suotamo, Chewie rouba a cena e os corações do mais duro oficial do Império.

O filme traz ainda algumas surpresas e aparições especiais, misturadas a uma boa dose de fan service, sem pesar a mão. 

Nota: oito sabres de luz (sujeita a alteração depois da segunda assistida)

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