O Que Rolou No Cineclube Sci Fi de 3 de Setembro (“Jornada nas Estrelas, o Filme”).

No mês de setembro, a série “Jornada nas Estrelas” fez cinquenta anos. E o Cineclube Sci Fi, juntamente com o Planetário da Gávea fez uma programação toda especial para comemorar a data. Nos três primeiros sábados do mês foram exibidos, respectivamente, os filmes “Jornada nas Estrelas, o Filme”, “Jornada nas Estrelas, Primeiro Contato” e “Jornada nas Estrelas, Insurreição”. Já no último sábado do mês foi exibida a película “Máquina do Tempo”, baseada na história de H. G. Wells, pois setembro também foi o aniversário de 150 anos de nascimento do consagrado escritor de ficção científica e historiador.

E no último dia 3 de setembro foi exibido o primeiro filme, “Jornada nas Estrelas, o Filme”. Eu já fiz uma análise bem detalhada do filme no site de cultura pop/nerd Abacaxi Voador, em duas partes. Vou agora reproduzir estes dois artigos aqui em um só na íntegra:

Jornada Nas Estrelas. Radiografando Um Longa. O Filme.

“Jornada nas Estrelas, o Filme”. O primeiro longa da série que havia feito muito sucesso na segunda metade da década de 1960 e suas reprises na década de 1970, foi dirigido pelo consagrado diretor Robert Wise, responsável por obras como “O Dia em que a Terra Parou”, “Noviça Rebelde” e “O Dirigível Hindenburg”. Nome à altura da tão esperada ressurreição da franquia, após o fracasso de se tentar levar a série “Jornada nas Estrelas, Fase II” ao ar nas tvs. Reza a lenda que o sucesso de “Guerra nas Estrelas” levou a Paramount a optar por fazer um longa.

A velha tripulação de volta com novos membros

A velha tripulação de volta com novos membros

Dos seis longas-metragens da tripulação da série clássica, esse talvez tenha sido o mais cerebral e artístico de todos. Para relembrarmos seu enredo, uma imensa nuvem desconhecida, que consome tudo à sua frente, vai em direção a Terra. O agora almirante James Tiberius Kirk mexe seus pauzinhos para retomar o controle da Enterprise, que passou por dezoito meses de reforma. Para isso, ele terá que rebaixar Decker (interpretado por Stephen Collins), o atual capitão da Enterprise, a primeiro oficial e oficial de ciências, o que provoca conflitos entre os dois. Enquanto isso, em Vulcano, Spock atinge o Kolinahr, o expurgo total de suas emoções e o alcance à lógica total, mas ao receber a honraria, ele a recusa, pois sentiu uma poderosíssima consciência totalmente lógica em busca de perguntas. Ele se unirá à tripulação da Enterprise, que irá em direção à misteriosa nuvem e desvendar seus segredos.

Mas, o que é essa nuvem? Nela existe uma grande nave espacial, comandada por V’Ger, uma máquina que busca respostas para sua existência. V’Ger busca seu criador e quer transformar as unidades carbono que infestam a Enterprise e a Terra (os humanos) em meros bancos de dados, por serem consideradas mais uma praga do que formas de vida. Kirk e seus comandados descobrirão que V’Ger é na verdade a Voyager 6, uma sonda enviada pela NASA ao espaço mais de trezentos anos antes, que tinha a missão de coletar dados e enviá-los à Terra (ao seu criador). Por coletar uma quantidade enorme de informações e acumular conhecimentos, a Voyager 6 acabou desenvolvendo consciência. Mas a nave entrou num buraco negro, saindo do outro lado da galáxia, caindo num planeta de máquinas vivas que construiu a nave gigante para que a intrépida Voyager cumprisse sua missão. E ela retornou a Terra em busca de uma integração (física, inclusive) com seu criador. Como não recebia respostas de seu criador, já que o sinal era antigo demais e não entendido por seus criadores terrestres, a Voyager resolve acabar com todas as unidades carbono que infestam o planeta, entendidas por ela como a causa da obstrução do encontro da nave com seu criador. Nossa tripulação então tentará fazer esse contato.

Spock, Kirk e Ilia

Spock, Kirk e Ilia

Essa história foi escrita para ser utilizada em “Jornada nas Estrelas, Fase II”, e enredo semelhante já havia sido utilizado no episódio “Nômade”. O longa quase teve um desfalque grave, pois Leonard Nimoy não queria participar do filme, mas depois de muitos apelos desesperados, ele aceitou. Em contrapartida, a bela Persis Khambatta, que havia interpretado a personagem Ilia na Fase II, participa do filme, assim como o ator David Gautreaux faz uma ponta como comandante da estação Epsilon 9, que foi sugada pela nuvem. Gautreaux seria o novo vulcano da Fase II, Xon, pois Nimoy não se incorporou ao cast da nova série. Xon seria totalmente vulcano e recém-saído da Academia de Ciências de Vulcano, sendo mais um fator para ressaltar o lamento pelo fracasso da Fase II.

Quais são as grandes virtudes de “Jornada nas Estrelas, o Filme”? Em primeiro lugar, o filme se aproxima de uma das propostas da série, que é a de fazer uma ficção científica intelectualizada. Víamos alguns episódios que acompanhavam esse esquema. Era colocado um problema inicial, que geralmente ameaçava a integridade da nave e da tripulação, e quebrando muito a cabeça, nossos personagens buscavam a solução para sair daquela enrascada que o desconhecido colocava à sua frente. Eu me lembro de um episódio em que era encontrado um buraco no espaço e, ao entrar para investigar, eles se depararam com um enorme ser vivo em formato de ameba gigante, que sugava toda a energia à sua volta, inclusive da Enterprise. A partir daí, a tripulação passava o resto do episódio procurando uma forma de sair dali. Nesses momentos, a série se aproxima da ficção científica da melhor qualidade.

Ainda seguindo a linha de ficção científica requintada, a insistência em Kirk de colocar a nave em dobra, com o seu reator de dobra ainda defeituoso, enfiou a Enterprise num buraco de minhoca (forte distorção espaço-temporal provocada por um intenso campo gravitacional, ou no caso do filme, pelo reator de dobra em mau funcionamento), onde a velocidade aumentava de forma descontrolada, criando uma violenta distorção espaço-temporal que impossibilitava a reversão da dobra. Quanto maior a velocidade, mais lentamente a tripulação se comportava. Por que isso? Na Teoria da Relatividade Especial de Einstein, existe o chamado “paradoxo dos gêmeos”, onde dois irmãos gêmeos (Ulisses e Homero) participam de uma experiência. Ulisses fica sentadinho na sua cadeira no planeta Terra, enquanto que Homero pega uma nave espacial e viaja a velocidade da luz. Para Homero, que viaja a altíssima velocidade, o tempo passa mais lentamente, ao passo que, para Ulisses, o tempo passa normalmente. Assim, quando Homero retorna à Terra, a viagem para ele passou, digamos, poucos dias. E para Ulisses, que ficou sentadinho aqui na Terra, a viagem durou muitos anos. Dessa forma, Homero ainda está jovem e Ulisses está velhinho. Já que há esse paradoxo, como seria a visão que Ulisses teria de Homero dentro da nave quando ela estivesse à velocidade da luz? Ulisses veria Homero se mexendo muito lentamente. É o que vemos dentro da Enterprise, quando ela está em altíssima velocidade num buraco de minhoca. Agora, no filme esse paradoxo só ocorre quando o sistema de dobra está com defeito, é claro! E adivinhe quem o conserta? Lógico, meu caro, é o Spock, que toma o lugar de Decker como oficial de ciências sem que o já rebaixado personagem reclame, ao contrário do que ele fez com Kirk. Como disse um dos produtores do filme, “Jornada nas Estrelas sem Spock (e Nimoy) é a mesma coisa que um carro sem rodas”.

Falando em Spock, é o momento oportuno de falar de sua cena de choro na “versão do diretor” do longa. A lágrima do Vulcano por V’Ger tem grande carga simbólica, pois é o reconhecimento de seu dilema razão X emoção que aparecia na série clássica, jamais confirmado por ele. Por ser meio humano, meio vulcano, reconhecer suas emoções era visto como um sinal de fraqueza pelo oficial de ciências, que sempre lançava mão de argumentos lógicos para dissimular suas manifestações emocionais. Essa característica, aliada à sua retórica altamente refinada, sincera e irônica tornaram, a meu ver, o personagem Spock um dos mais amados de todos os tempos. É comovente ver o sentimento de compaixão de Spock por V’Ger, exatamente pelo fato do vulcano se identificar com a máquina, cuja lógica e raciocínio não são suficientes para completar sua essência. O vazio de emoções e a falta de respostas a questões tão metafísicas como “O que eu faço no mundo?”, ou “Qual é a razão de minha existência?” tornam a vida de V’Ger incompleta e desalentadora e parece que Spock passa pelos mesmos dilemas, assim como todos nós, que também buscamos respostas para essas perguntas e, volta e meia, também passamos por momentos de instabilidade emocional.

A viagem solitária de Spock num traje espacial com força de propulsão ao longo da nave de V’Ger é curiosa, pois o vulcano encontrava todas as informações acumuladas pela nave ao longo de sua viagem. Ao presenciar uma imagem de Ilia, que foi absorvida por V’Ger e que enviou uma sonda em formato de Ilia para interagir com a tripulação da Enterprise, Spock tenta fazer um elo mental. Mas a sobrecarga de informação é tanta que ele fica inconsciente. Durante o elo mental, vemos o rosto em agonia de Spock com várias imagens sobrepostas passando muito rapidamente por sua face. A solução do filme está lá (quem é V’Ger). Se colocarmos o aparelho de DVD quadro a quadro, vemos imagens da Voyager e das figuras humanas desenhadas em seu disco de ouro preso à fuselagem da nave. Típica mensagem subliminar. 

Por fim, o primeiro longa de “Jornada nas Estrelas” é altamente kubrickiano, tanto do ponto de vista estético quanto do ponto de vista do enredo. Esteticamente, o interior da nave de V’Ger se aproxima em alguns momentos do caleidoscópio da viagem warp de David Bowman ao se aproximar do monólito. Do ponto de vista do enredo, assim como Bowman interage com a espécie alienígena para criar um novo ser híbrido, a mesclagem final de Decker, Ilia e V’Ger cria também um novo ser, onde essa fusão se manifesta de forma até mais profunda do que em Kubrick, pois liga com total harmonia o racionalismo exacerbado de V’Ger com a emoção e amor de Decker e Ilia.

Concluindo estas linhas, volto a confirmar que “Jornada nas Estrelas, o Filme” é um longa a altura de todo o carisma e sucesso dessa série que é um verdadeiro fenômeno cultural, pois aliou ação, humor e entretenimento a um aguçado debate intelectual. E tudo isso na TV e numa cultura de massa taxada de burra pela escola de Frankfurt, composta de pensadores como Adorno e Walter Benjamin. Que bom que toda regra tem sua exceção!

Ainda, quando da morte de Leonard Nimoy, eu fiz uma série de 21 artigos sobre a carreira do querido ator que interpretou o personagem Spock para homenageá-lo. O artigo dessa série que fala um pouco de “Jornada nas Estrelas, o Filme” será reproduzido agora.

Spock e Leonard. Dualidade que se Completa

Em 1975, Nimoy estava de férias em Londres quando descobriu, através de Henry Fonda, que a figura do personagem de Spock estava sendo usada numa propaganda de cerveja e nosso ator não recebia um centavo por isto. Ao pedir que seu advogado procurasse saber o que estava acontecendo, Nimoy tomou um susto: ele recebia quantias irrisórias pelo uso de sua imagem e já não recebia qualquer dinheiro sobre ela há cinco anos. Nimoy parou de receber dinheiro por sua imagem justamente quando o sucesso de “Jornada nas Estrelas” aumentou com as reprises. E, para piorar a situação, a Paramount não tinha o direito de comercializar a imagem do ator já que a série havia sido cancelada. Mas, mesmo assim, a gigante do cinema o fez por quase dez anos. Assim, Nimoy teve que abrir uma ação judicial contra a Paramount.

Com o sucesso de “Guerra nas Estrelas”, a Paramount começou a entrar em contato com Nimoy, com o objetivo de fazer um contrato para o longa-metragem de “Jornada nas Estrelas” para o cinema. Mas Nimoy saía pela tangente, alegando que não se sentia confortável em discutir um novo contrato com a Paramount enquanto a ação judicial estivesse em curso. Todo o elenco já havia assinado o contrato, o roteiro já estava pronto e Robert Wise (de “A Noviça Rebelde” e “O Dia em que a Terra Parou”) era o diretor. Wise ressaltou a importância de Spock a ponto de constar no contrato dele com a Paramount que o estúdio se esforçasse para resolver a ação judicial de Nimoy, o que acabou acontecendo. Mas Nimoy não gostou do roteiro, pois a história, segundo o ator, não era boa e, também, porque Spock aparecia pouco nela. Assim, Wise, Roddenberry e Jeffrey Katzenberg, da Paramount, foram à casa de Nimoy para aparar as arestas. O problema é que Spock, ao tentar purgar todas as suas emoções no ritual do Kolinahr, que levava à lógica total, teria ficado com uma espécie de “ataque de nervos”. Além de estar violando a integridade do personagem, Nimoy alegou que tal crise de nervos não teria qualquer relação com o núcleo central da história, ou seja, V’Ger, e assim, o personagem Spock se tornaria desnecessário. A conversa terminou com somente Nimoy e Wise, sendo o diretor muito admirado por nosso ator. Roddenberry e Katenberger se retiraram, pois eles haviam combinado que se a conversa não fosse produtiva, eles deixariam Nimoy e Wise a sós. Sem estar ainda muito convencido, Nimoy aceitou participar do filme, em parte porque ele confiou em Wise, em parte porque não queria ficar de fora depois de tanta confusão provocada por “Eu não sou Spock”. Na coletiva de imprensa que anunciava a produção do filme, foi perguntado a Nimoy por que ele havia sido o último a assinar o contrato. Ele já sabia que seria perguntado por isso e, na manhã daquele dia, bolou a resposta no chuveiro: “Estávamos tentando chegar a um acordo, mas o serviço postal entre a Terra e Vulcano é muito lento”, o que despertou gargalhadas gerais. O orçamento do filme, inicialmente estimado em quinze milhões de dólares, chegou a quarenta e cinco milhões de dólares, muito em virtude dos efeitos especiais. Os uniformes, embora agradassem a Nimoy, eram vistos por outras pessoas como “pijamas monocromáticos”. Os efeitos visuais do teletransporte foram mais elaborados, em vez da trucagem simples utilizada na série clássica. Uma cena curiosa é a que Kirk fala à sua tripulação sobre a ameaça que paira sobre a Terra. Os quatrocentos figurantes eram fãs da série, incluindo Bjo Trimble, a fã que liderou a campanha de cartas para salvar a série e que garantiu uma terceira temporada para “Jornada nas Estrelas”. Alguns atores da “Fase II” foram utilizados. Persis Khambatta, a ex-miss Índia, interpretava a navegadora Ilia e teve seus belos cabelos negros raspados para o papel. David Gautreaux, o vulcano Xon de “Fase II”, tinha um papel mais secundário no longa-metragem, sendo um tripulante de uma estação terrestre engolida pela nuvem.

Já a participação de Spock foi remodelada para que ela tivesse mais fundamento. Ao invés do tal ataque de nervos, Spock rejeitaria o Kolinahr, pois sentiu uma presença alienígena muito poderosa (ou seja, V’Ger) que tornava sua presença a bordo da Enterprise necessária, algo muito mais coerente, diga-se de passagem. Mesmo assim, o personagem Spock se comportou de uma forma muito fria e taciturna, em parte por causa do ritual do Kolinahr, em parte pelo distanciamento que houve com a tripulação de alguns anos. Nimoy não gostou do ritmo das filmagens, pois o trabalho foi muito tedioso, ao contrário do que ocorria na série. Nas filmagens do longa, houve uma espécie de reverência injustificada e parecia que o filme estava fora do controle do elenco. Nimoy e Shatner deram algumas sugestões, onde umas foram aceitas e outras não. Uma das sugestões aceitas foi a sequência onde a tripulação dá as costas para a sonda em formato de Ilia, que queria que a tripulação a obedecesse. Eles estariam tratando a sonda (e V’Ger) como uma criança mimada, ignorando-a, ao invés de Kirk e Spock travarem uma batalha verbal com Ilia, como no roteiro original, o que poderia ter tornado a história mais maçante. Uma outra improvisação, que ficou de fora da versão final, mas depois apareceu no lançamento em vídeo, foi uma lágrima de Spock ofertada a V’Ger, como se o vulcano se sentisse um alter ego da sonda, compartilhando sua dor em não encontrar as respostas que procurava para suas perguntas: Quem eu Sou? Qual é minha função? Quem me criou? Spock chorava por V’Ger como se chorava por um irmão.

V´ger. Contato co o criador

V´ger. Contato com o criador

Terminadas as filmagens, os efeitos especiais ficaram aquém do esperado e foram refeitos por outra empresa em cima da hora, o que acarretou problemas na edição. A pré-estreia teve uma recepção fria, em virtude do alto número de efeitos especiais, que se tornaram tediosos. Apesar da sequência final dar um gancho para uma continuação, Nimoy achou que “Jornada nas Estrelas” acabara ali.

Após a exibição do filme no Planetário, foi feita uma palestra onde tivemos a participação de Daniel Bezerra e Carlos Lohse (este humilde escriba que vos fala). Daniel começou sua explanação dizendo o porquê de “Jornada nas Estrelas, o Filme” ser sua película de “Jornada nas Estrelas” favorita, pois ela consegue aliar ciência e beleza, conhecimento e emoção, coisas que não podem andar separadas em sua opinião. Ele também mencionou o preconceito que grupos que lidam com determinadas áreas de conhecimento tem para com outros, onde os estereótipos são o combustível para o preconceito e acabam tornando essas áreas totalmente estanques, algo que é muito ruim e prejudica a interdisciplinaridade e avanço do conhecimento. Já Carlos Lohse falou dos motivos que tornaram a série muito cultuada, fez um breve histórico da vida de Gene Roddenberry, o criador da série, fez um pequeno mapeamento das fontes nas quais Roddenberry bebeu para criar “Jornada nas Estrelas”, assim como falou dos primeiros pilotos da série, da questão da audiência das reprises e da tentativa de se fazer a série Fase II e o longa-metragem que foi exibido. Ainda, faz uma pequena análise da película, comparando-a com o filme “2001, Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick. Na sessão de perguntas do público veio a interessante questão de rumores de que os borgs teriam origem na fusão de V’ger com o criador, ou seja, a espécie humana. Essa dúvida serviu como gancho para promover o filme da semana seguinte, “Jornada nas Estrelas, Primeiro Contato”, que terá os borgs como grandes inimigos da tripulação da Nova Geração.

Após a exibição do filme e das palestras, o já tradicional sorteio de brindes, agraciando a plateia. E o convite para o filme do sábado seguinte que suscitará mais discussões e reflexões de alto nível, sendo esse o objetivo primordial desse cineclube, além de promover o encontro de aficionados por ficção científica num clima de muita cordialidade e camaradagem. Não deixe de dar uma navegadinha aqui no site do Conselho Jedi Rio de Janeiro. Você está sempre convidado. E, se você ainda não apareceu no Planetário para curtir “in loco” o Cine clube Sci Fi, não deixe de ir. Todos estarão te esperando de braços abertos.

Os palestrantes: Carlos Lohse (de óculos) e

Os palestrantes: Carlos Lohse (de óculos) e Daniel Bezerra

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